quarta-feira, 26 de outubro de 2011

TRABALHO x ESTUDO


Existem métodos de planejamento que ajudam a lidar com o volume de tarefas e auxiliam você a manter o equilíbrio


A maioria das pessoas tem o primeiro contato com a real necessidade de administrar o tempo e suas atividades, de maneira mais efetiva e rigorosa, ao conquistar o primeiro emprego e, ao mesmo tempo, iniciar em um curso de graduação – alguns alunos lidam com isso ainda no ensino médio. É nessa fase que o número de tarefas aumenta e que muitos alunos pensam em desistir do primeiro estágio, para dedicarem tempo somente aos estudos. Não é fácil, mas é possível ter tempo para trabalho e estudos, e abdicar do trabalho pode não ser uma boa alternativa logo de começo.
Primeiro porque, ao terminar o curso, vai ser mais difícil achar vaga para profissionais que não tiveram nenhuma experiência de estágio ou qualquer tipo de vivência prévia. Segundo, quem deixa de trabalhar, acaba tendo a tendência de abusar de atividades circunstanciais (afinal, você não estuda todos os dias, não é verdade?) como as redes sociais, passeios com a mãe, baladas fora de hora, etc. E terceiro: não adianta deixar para depois, mais cedo ou mais tarde você terá de aprender a se organizar e ser mais produtivo em menos tempo, do contrário, esqueça a ideia de ser um profissional de resultados no mercado de trabalho.
Sabendo disso, não enlouqueça! Existem métodos de planejamento que ajudam a lidar com o volume de tarefas e auxiliam você a manter o equilíbrio. Veja cinco passes básicos para que trabalho e estudos entrem em harmonia:
1- Escreva suas atividades: não deixe nada na cabeça, registre o que tem para fazer em uma agenda, caderno, celular ou um software de planejamento. Se você não anota, fica impossível de planejar e logo de arrumar tempo! A dica é ter apenas um lugar para registrar, ou você vai se perder! Registre tudo, da vida, escola, trabalhos, TCC e outras atividades que precisam ser realizadas no trabalho;
2- Trace seu planejamento: com todas as atividades em mãos (tente conseguir o máximo que puder de um semestre), passe para o seu método de anotações todas as tarefas, distribuindo-as com a antecedência de ao menos três dias do termino do prazo. Isso lhe dará mais mobilidade no dia a dia, fazendo com que cumpra tudo no prazo e ainda ganhe um tempo para descansar ou adiantar novas tarefas;
3- Cuidado com as urgências: atividades urgentes são aquelas que não estavam programadas para acontecerem, e o tempo para realizá-las está curto, ou já acabou. São as atividades que chegam em cima da hora, que não podem ser previstas, mas que geralmente causam estresse. Para evitá-las, reserve de 30 minutos a 1 hora do seu dia para esses imprevistos. Não esqueça de colocar tempo nas suas anotações!
4- Evite as atividades circunstanciais: sabe aquela atividade que, se você não tivesse perdido seu tempo com ela, não faria a menor diferença? Essas são as tarefas circunstanciais, aquelas que nos fazem perder tempo a toa, como navegar por horas na internet sem propósito. Lute contra elas! Dica: a noite, ao chegar em casa, vá direto para o banho e comece a se preparar para o próximo dia. Evite deitar no sofá para assistir TV – com o cansaço e a preguiça, certamente você passará horas em frente a TV e irá dormir mais tarde do que realmente precisa, sem ter produzido nada neste período, nem ter descansado;
5- Foco! Mas nenhuma dessas dicas pode ser realmente eficaz se você não tiver definido de maneira clara quais são os seus objetivos (ex. conquistar determina vaga dentro da empresa, ou terminar no menor tempo possível o curso, para iniciar outro). Além disso, é de extrema importância que você esteja 100% focado em conquistar esses objetivos, o que significa que, algumas vezes, a preguiça pode até aparecer, mas você terá de ser mais forte e seguir com o seu planejamento.
Preparado para iniciar sua vida profissional e acadêmica de uma maneira mais produtiva? Foco nos estudos e objetivo claro no trabalho, essas são as peças chaves para conciliar ambas as atividades de maneira equilibrada e sem estresse.

PASSOS PARA SE DESTACAR COMO LIDER


Reforçar as habilidades de cada colaborador e montar times complementares ajuda a manter a equipe motivada, dizem especialistas


1 - Não seja um chefe, seja um líder
O gestor que comanda pela intimidação está com os dias contados, segundo Richard Vinic, professor de cursos de pós-graduação da Faap. “O chefe manda, o líder influencia. O colaborador só responde ao chefe porque se sente coagido. A nova geração que está entrando no mercado não faz as coisas simplesmente porque alguém manda”, alerta o especialista. De acordo com ele, a autoridade não pode vir do poder. Para ser um bom líder, é preciso conquistar a admiração e o respeito da equipe. “Tem que mostrar que tem conhecimento”, enfatiza. Para o especialista, o bom gestor deve ser um “coach”, ajudando os colaboradores a desenvolver suas habilidades.
2 - Tenha uma abordagem positiva
No mundo corporativo, os funcionários costumam ser avaliados mais por suas deficiências do que por suas virtudes. Para Lilian Graziano, professora de gestão de pessoas da Trevisan Escola de Negócios, é preciso inverter essa lógica. “As empresas estão organizadas em torno dos ‘gaps’. A avaliação é sempre pra falar o que tem de ruim. O gestor que quer ter um ambiente positivo tem que olhar para o que seus funcionários têm de melhor”, destaca a especialista.
3 - Reforce o que cada um tem de melhor
Para Lílian, as empresas erram ao tentar desenvolver a força habilidades que os funcionários não têm. “O gestor faz um esforço enorme para fazer com que o funcionário seja medíocre na competência que não tem. Quando você estimula o que ele tem de melhor, ele pode se tornar excelente naquilo”, justifica.
4 - Monte times vencedores


Mas como preencher as lacunas que serão deixadas no processo? Segundo Lílian, reunindo profissionais com competências complementares em um único time. “Monte equipes de trabalho olhando para as forças que serão necessárias”, explica. “Assim todos trabalharão na sua zona de excelência, suprindo as deficiências uns dos outros”, conclui.
Segundo Vinic, o gestor não deve se sentir intimidado pelo talento ou pela diversidade de opiniões de seus subordinados. “Não tenha medo de ter na equipe pessoas que saibam coisas que você não sabe. Para ter um time forte, é preciso ter pessoas que pensam diferente trabalhando juntas”, aconselha. “No pequeno empreendimento, isso é ainda mais critico. É a equipe que ajuda o negócio a crescer”, acrescenta.
5 - Ouça quem está com a mão na massa
Muitas das estratégias traçadas por negócios de portes diversos fracassam não porque eram ruins, mas porque não foram bem executadas. Isso acontece porque elas são desenhadas sem levar em conta a opinião de quem está colocando a “mão na massa”. “Quem está na ponta é o time. Se o gestor não ouvi-lo, perde oportunidades”, destaca Vinic. Além de se sentir valorizado, o funcionário que participa da definição das estratégias tende a se comprometer com elas de fato, aumentando as chances de sucesso.
Fonte: EXAME

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

CONTRATA-SE GENTE DE CORAGEM


O mercado procura pessoas corajosas que aceitam desafios. O medo nos impede de tentar. Acabamos desistindo por não saber o que vai acontecer. 


O mercado procura pessoas corajosas que aceitam desafios. Para enfrentar as dificuldades que o mercado de trabalho oferece é preciso estar preparado. Para os que já estão preparados (16% da população brasileira tem algum tipo de qualificação, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego) as oportunidades aumentam e muito.

Contudo, quem ainda não faz parte desse percentual, é sempre tempo de se renovar. Mas o que é preciso para se destacar?

Em 2004, a revista Management indicou as competências que as empresas brasileiras mais procuram nos profissionais, e o resultado foi:

  • A capacidade de realização 70%
  • Postura ética 57%
  • Criatividade e inovação 54%
  • Motivação 41%
  • Energia e dinamismo 35%
  • Inteligência emocional 34%
  • Autonomia 29%
  • Capacidade de equacionar problemas 26%
  • Capacidade de relacionamento pessoal 25%



E isto não mudou muito nos últimos anos. Para ter a capacidade de realização é preciso ter coragem. É fundamental estar atento ao que o mercado quer para desenvolver sua carreira.
Mas afinal, o que é coragem?

"Coragem é resistência ao medo, domínio do medo, e não ausência do medo." Mark Twain

O medo é uma emoção natural e saudável, na realidade é a garantia da nossa sobrevivência. O que preocupa, é seu excesso ou sua falta.Na empresa ele pode ser resultado de situações reais como cobranças excessivas, ameaças, conflitos, desemprego ou pode estar relacionado a características pessoais e experiências vividas.
É possível verificar suas razões através de alguns comportamentos comuns que vão desde pessimismo, timidez, conformismo até mentiras e acusações.

Quero compartilhar com vocês esta história que recebi:

"Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro no outro, a qual haviam gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.Nesta sala ele os fazia ficar em circulo, e então dizia: 'vocês podem escolher morrer flechados pelos arqueiros ou passarem por aquela porta e lá serem trancados'.Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?- Diga soldado.- O que havia por de trás de assustadora porta?- Vá e veja.O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta".

- Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
- Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

O medo nos impede de tentar. Acabamos desistindo por não saber o que vai acontecer. Exatamente por este motivo, muitos profissionais perdem oportunidade de crescimento em sua carreira, por causa da insegurança gerada pelo medo. O mercado de trabalho procura pessoas assertivas, que tenham capacidade de assumir riscos na tomada de decisões.

É preciso arriscar. "Quem não arrisca, não petisca", já dizia o ditado popular. Mas, é fundamental, arriscar com controle e consciência, um "risco calculado". Assumir nossos medos, isto sim, nos impulsiona.

Viver é um risco, não há, enfim, ação humana que não traga algum risco. O que há são pessoas dispostas a enfrentar esses riscos, enquanto outras fogem deles.

O medo é natural, é uma necessidade da própria biologia, ligada à manutenção da vida, mas é preciso entendê-lo e enfrentá-lo. Coragem não é o oposto do medo. A coragem é um estado de superação, baseado na percepção das próprias capacidades e limitações, ou seja, no autoconhecimento. O corajoso não é um imprudente, ele tem medo, mas vence!

"Não há ação que não traga risco implícito. Mas ninguém alcança o sucesso sem enfrentar o desafio que é viver" Eugênio Mussak

Quem não tenta não corre riscos, mas também não consegue nada. É melhor enfrentar o risco de perder ao risco de não ganhar.

Contrata-se: com profissionais em falta, sobram vagas para cargos de liderança


A maior preocupação das empresas para 2011 é atrair talentos



Com a economia crescendo a passos bastante largos, o Brasil tem precisado correr contra o tempo para corrigir alguns problemas históricos que, agora, se fazem perceber de forma muito mais clara. Nunca foi segredo o atraso do país em diversos setores, entre os quais está o sistema educacional. A estrutura falha, comprometida desde a base, mesmo com as recentes melhorias, ainda não foi capaz de capacitar profissionais suficientes e com todas as qualidades demandadas pelo novo momento que se vive hoje.

O resultado de tudo isso é o que mostra um estudo realizado pelo Instituto CRF, da Holanda. O levantamento constatou que a falta de profissionais qualificados no Brasil tem sido a reclamação mais recorrente nas empresas.

Para efeitos comparativos, a pesquisa aponta que 3% das empresas europeias afirmam ter dificuldade de preencher vagas de diretores e presidentes, enquanto nas brasileiras esse percentual é quase 9 vezes maior. No nível gerencial, a escassez é sentida por 17% das europeias e por 44% das nacionais.

"Esse cenário é o resultado da rápida aceleração da economia brasileira, sem que muitos profissionais tivessem tempo para se preparar para esse novo mercado", diz Robert Schaefer, Diretor para América Latina do Instituto CRF.

Por aqui, a maior preocupação das empresas, para 2011, é atrair talentos. Na Europa, o foco é maior em engajar os já conquistados. "Uma das maneiras mais eficientes de as empresas brasileiras garantirem mão de obra profissional seria por meio de ações como cursos, treinamentos para seus funcionários e planos de carreira que promovam os melhores talentos da organização", completa Schaefer.

Fonte: Administradores

Relacionamentos: no trabalho, deve-se buscar o equilíbrio entre profissional e pessoal

Especialista em desenvolvimento humano explica os erros ao se construir relacionamentos no ambiente profissional


Saber se relacionar no mundo corporativo é uma questão importante na trajetória profissional. No entanto, para se aproximar e conquistar a confiança dos demais membros da equipe, alguns podem pensar que é necessário se tornar amigo da pessoa. Outros, por sua vez, com medo de problemas inerentes às amizades, preferem manter os relacionamentos do trabalho no âmbito estritamente profissional.
No entanto, a sugestão do especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional, Alexandre Prates, é buscar pelo equilíbrio. Prates explica que são erros comuns dos profissionais acharem que precisam construir amizades para se integrar na equipe ou conquistar a confiança de seus pares.
O que acontece é que as amizades, nas quais as pessoas expõem suas fraquezas, seus medos, suas opiniões, salvo em alguns casos de indivíduos muito maduros, pode gerar baixa produtividade. Além disso, fica mais difícil de o profissional apontar os erros cometidos pelos seus colegas.
Estritamente profissional?
Se por um lado não é a estratégia mais indicada construir amizades com todos os membros da equipe, “as pessoas também erram ao achar que o relacionamento tem que ser estritamente profissional”, comenta Prates. De acordo com o especialista, o profissional não tem que pensar que não pode ter outro tipo de conversa na empresa senão sobre assuntos relacionados ao trabalho.
O que acontece é que, quando o relacionamento é somente profissional, deixa-se de lado o emocional, que é uma das esferas mais importantes para os seres humanos. “Não ter envolvimento emocional é um fator desmotivacional para as pessoas”, lembra Prates.
Além disso, boa parte do que se alcança dentro do mundo corporativo é na base do relacionamento. Assim, o contato mais próximo entre as pessoas vai ajudar a conquistar mais facilmente os objetivos, “todos precisam de outras pessoas”, observa Prates.
Não esqueça do futuro
Perceba, portanto, que para obter a confiança dos seus pares e líderes, e conquistar relacionamentos fortes, o profissional tem que mesclar uma certa dose de vínculo emocional com uma dose um pouco maior de cuidado com o que fala e como se comporta fora do escritório, e até mesmo dentro dele.
Nesse sentido, se a sugestão é participar de happy hour, conversar sobre aspectos da vida que não os relacionados ao ambiente profissional, cuidado com a transparência exagerada. Prates lembra que é, sim, preciso criar um vínculo, mas sem esquecer que no futuro seu colega pode ser seu chefe, ou que você pode precisar dele para uma nova posição.
Na prática, é essencial tomar cuidado com o que se fala. Construir credibilidade leva tempo, mas “para sujá-la é questão de segundos”, explica Prates. Se o ambiente profissional é um lugar de competitividade, isso não deve limitar que se construa relacionamentos mais amplos, desde que o profissional não prejudique sua própria imagem ao falar demais.


domingo, 25 de setembro de 2011

CUSTO ANUAL EQUIVALENTE

      A vida econômica de um bem é o periodo de tempo (geralmente em anos) em que o custo anual equivalente de possuir e de operar o bem é mínimo. Os bens, como equipamentos e instalações, se desgastam com o uso, necessitando cada vez mais de manutenção. Assim é de se esperar que os custos operacionais aumentem com o passar do tempo. Paralelamente seu valor de venda (de mercado) vai diminuindo. A partir de um determinado instante não é mais interessante manter o bem, é quando ele atingiu a sua vida econômica.


Exemplo:

Onde:



  • (1+i)^n - É a taxa anual equivalente
  • VR - Valor Residual do Bem
  • VPVR - Valor Presente do Valor Residual (Valor Futuro/Taxa Anual Equivalente)
  • CO - Custo Operacional
  • VPCO - Valor Presente do Custo Operacional (Custo Operacional Futuro/Taxa Anual Equivalente)
  • VPCOA - Valor Presente do Custo Operacional Acumulado (Acumulação do custo operacional Anual)
  • CPB - Custo da Posse do Bem (Valor Inicial do Bem - Valor Presente do Valor Residual)
  • CAO - Custo Anual Operacional (Custo da Posse do Bem + Valor Presente do Custo Operacional)
  • CAE - Custo Anual Equivalente (Custo Anual Operacional*Taxa anual*Taxa Anual Equivalente Anual/Taxa Anual Equivalente Anual-1)
Graficamente temos:


Assim podemos perceber que a vida econômica do bem é de no máximo 2 anos.

sábado, 24 de setembro de 2011

A CHEGADA DE UM NOVO LIDER


Caso a empresa não tenha programa, a chegada de um novo gestor pode causar medo e insegurança aos profissionais


A chegada de um novo gestor na equipe pode ser visto, pelos profissionais, tanto como algo positivo como negativo. Para que o recém-contratado tenha sucesso em sua nova empreitada, é fundamental a participação da empresa.
Para o headhunter e professor de Ética e Responsabilidade Social e Empreendedorismo e Gestão Empresarial da Veris Faculdades, Cristiano Rosa, o ideal seria que a empresa, por meio do seu departamento de RH (Recursos Humanos), tivesse um programa de integração, que atingisse tanto os integrantes da equipe que ele liderará como com os pares (gestores).
“É importante mostrar qual a cultura e os valores da empresa. Caso contrário, pode ocorrer um choque cultural”, diz.
O especialista acrescenta que em algumas empresas a integração é feita por meio de “padrinhos”, que são profissionais que acompanharão os novos integrantes pelos primeiros dias. Os padrinhos apresentam desde locais para almoçar até os colegas da empresa. Os programas de integração eficientes duram de uma a seis meses.
Sentimentos
Caso a empresa não tenha programa de integração, a chegada de um novo gestor pode causar medo e insegurança aos profissionais. Segundo Rosa, em algumas situações, os colaboradores podem acreditar que o novo líder “roubou” o lugar do antigo, o que é ruim para que o recém-chegado consiga desenvolver as atividades planejadas.
Para o consultor de RH e Diretor de Operações da Human Brasil, Fernando Montero da Costa, esta não é a maneira correta que o profissional deve encarar a chegada de um novo líder. Segundo o especialista, as empresas contratam pessoas atuantes no mercado com o objetivo de melhorar o desenvolvimento do trabalho.
“Com a chegada de um novo líder surgem novas ideias. É oxigênio novo. Muita vezes, quem vem de fora enxerga problemas que quem está dentro não vê”, explica.
Primeiros contatos
Costa declara que um novo líder traz novas expectativas para os funcionários. Geralmente, os questionamentos são relacionados à promoção ou demissão. Além disso, alguns colaboradores podem usar de má-fé e questionar o líder para saber realmente se ele tem competências técnicas para ocupar aquela posição.
De acordo com o especialista, é muito comum que testes deste tipo aconteçam, mas dependendo da resposta e atitude do gestor, ele pode gerar uma confiança maior. “Apesar de não conhecer as particularidades do negócio, o gestor pode usar de seu conhecimento e habilidade para lidar com a situação”.
Durante os primeiros contatos com a equipe, é possível perceber os integrantes da equipe que são tímidos para se aproximar e ainda os famosos “puxa-saco”.
Para que os profissionais se aproximem do novo gestor, é fundamental que ele ressalte qual é o propósito da contratação. Em um segundo momento, é aconselhável fazer reuniões em grupo e até mesmo individuais para dar andamento ao trabalho.

POTENCIALIZANDO SUA REDE DE CONTATOS

Mais do que entender a importância do networking, o profissional deve observar alguns pontos para melhor aproveitá-lo


1. Entenda o que é o networking - pode parecer simples, mas entender o objetivo e a extensão do networking é o primeiro passo tanto para aproveitar melhor sua rede de contatos quanto para potencializá-la. De acordo com Elaine, muitos profissionais pensam que a principal função do networking é auxiliá-lo na busca de uma nova colocação.
O networking, no entanto, é a construção de uma rede de relacionamento que poderá, em determinados momentos da vida, contribuir para solucionar questões tanto profissionais quanto pessoais. “É importante compreender o objetivo do networking, ele não serve apenas para busca de emprego, é uma ferramenta muito mais ampla”, analisa Elaine.
2. Organize sua vida para que o networking seja algo natural - uma boa rede de relacionamento não surge da noite para o dia. É preciso aproveitar cada ocasião, cada evento, cada encontro, cada oportunidade. Elaine explica que existem três esferas principais de relacionamentos: pessoal, profissional e espontânea.
Sua rede pessoal é composta por seu vizinho, seu médico, o gerente do banco, o dentista. A profissional é aquela composta por pessoas que trabalham com você. A espontâneo, por fim, é aquela que surge em eventos esporádicos. Entenda que o networking bem feito vem da capitalização de pessoas em todas essas esferas, não se restringindo apenas ao mundo corporativo. Em todas as ocasiões, portanto, tente se aproximar das pessoas.
3. Elaboração de uma base de dados - conhecer pessoas, mas não saber onde ou como contatá-las, não adianta nada. Preocupe-se em montar uma base de dados bem organizada, com informações relevantes e atualizadas. Com o advento das redes sociais, esse trabalho ficou muito mais simples. A sugestão é criar seu perfil em todas as redes sociais, desde as mais pessoais, como Facebook ou Orkut até as profissionais, como Linked In e Tumblr.
4. Vá aonde as pessoas estão - na mesma linha do item anterior, lembre-se de que boa parte dos usuários da internet já acessa as redes sociais. A lógica, portanto, é a mais simples possível: se todos estão na rede e sua estratégia é conhecer e contatar pessoas, vá para onde as pessoas estão.
5. Mantenha o círculo ativo - observe que você desenvolve basicamente três tipos de contato com as pessoas. O primeiro é aquele mais frequente, com pessoas com as quais você fala quase sempre e que, normalmente, são membros da família, amigos e algumas pessoas mais próximas do trabalho. Depois, há aquelas pessoas com as quais o contato é menos frequente ou que, apesar de ver todos os dias, no caso do seu chefe, você não estabelece uma relação muito próxima. O último caso é aquele tipo de contato com pessoas que você conhece, mas não convive.
Elaine lembra que não basta simplesmente conhecer e ter essas pessoas na sua rede de contatos: é preciso fazer com que elas lembrem de você. “É importante se fazer presente de alguma maneira”. A forma como você vai atrair essas pessoas vai depender de como você se sente melhor. Você pode chamar para um almoço, convidar para um evento, mandar e-mail, dar um telefonema, seja o quer for, o importante é não deixar que as pessoas se esqueçam de você.
6. Encontre a sua forma de fazer - muitos têm dúvidas a respeito de como fazer o networking, ou seja, qual estilo adotar. A resposta deve vir do próprio profissional. Elaine pontua que não existe regra para isso, as pessoas são diferentes e precisam descobrir como se sentem bem ao fazer o networking.
A sugestão então é: encontre a sua forma de fazer, desenvolva o seu estilo. Se você se sente bem telefonando para as pessoas, faça isso. Se prefere mandar e-mail, mande. O importante é não ficar parado nem achar que você precisa se encaixar em alguma regra ou modelo preelaborado.
7. Não recuse favores - a rede de contatos será muito útil no momento em que o profissional precisar de uma ajuda, de um favor ou de uma indicação. O erro é lembrar dela somente nesses momentos. Para ser ajudado, é preciso ajudar, não se esqueça disso. Lembre-se sempre de que você também faz parte da rede de contato de muitas pessoas e, se hoje elas precisam de você, um dia você precisará delas; então, nunca negue uma demanda.
Elaine explica que uma pessoa que atende à solicitação da sua rede de contatos, não só pode contar com o retorno desse favor, como pode se tornar “uma referência para situações futuras”. Na prática, isso quer dizer que aquele profissional que dá atenção para outros, pode ser citado e indicado por outros profissionais, aumentando ainda mais sua rede.
8. Envolva-se - o segredo para construir uma rede de contatos interessante é “ficar ligado e atento a tudo”, observa Elaine. Observe que, na área profissional em que você atua, existe uma infinidade de formas de aumentar seu envolvimento. Você pode fazer um curso de especialização, participar de sites focados na sua área, comunidades na internet, eventos, palestras, feiras, exposições, enfim, só depende de você se envolver e capitalizar os contatos.
9. Cuidado com quem você está falando - cuidados ao se relacionar com aqueles que fazem parte da rede de relacionamento também deve fazer parte das preocupações do profissional. A forma como você os trata é a primeira coisa que deve ser observada.
Elaine explica que é um erro, por exemplo, tratar de forma muito íntima aqueles que não fazem parte do seu círculo de conhecidos mais próximos.
10. E se acharem que eu estou me aproveitando? - Você conheceu um profissional que pode ajudá-lo exatamente naquele assunto que está tirando seu sono. Seu medo é que ele ache que você está se aproveitando da posição dele ou do fato dele conhecer pessoas que seriam muito úteis a você.
Elaine explica que o primeiro passo é não encarar dessa maneira. “As pessoas recebem esse tipo de demanda de forma muito mais tranquila do que antigamente”. Portanto, se você não entra em contato só quando precisa, não recorre à sua rede só para procurar emprego, não se preocupe, pois ninguém vai achar que você está se aproveitando e ainda vão ficar felizes por saberem que poderão contar com você no futuro.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PLANEJAMENTO É A CHAVE PARA O SUCESSO

A conquista de objetivos passo-a-passo é uma tática deslumbrante.


Sucesso é o que todo profissional deseja, independente do significado que essa palavra tenha para cada um. Assim, consegui-lo é a grande meta. Nesse caminho, entretanto, há objetivos menores a serem alcançados passo a passo, até se chegar ao destino final. E, para isso, planejamento é fundamental, defende o coach ontológico Marcello Árias Dias Danucalov.
"Neste novo mercado, a inovação e a capacidade de superação são características necessárias para crescer. O primeiro passo é saber exatamente aonde quer atuar, identificando e organizando os objetivos, as competências. Há que se respeitar as habilidades profissionais, investir em conhecimento", afirma o coach.
Danucalov explica que o planejamento profissional estratégico é uma ferramenta que estipula diretrizes importantes. "Tanto profissionais quanto organizações podem se fazer valer deste método em busca de um objetivo comum. As pessoas precisam se conhecer para organizar seu projeto profissional", ressalta.
Há pessoas que têm mais dificuldades ao planejar a carreira. A administradora de empresas e coach ontológica Káritas de Toledo Ribas explica que ter um plano de ação é importante. "Muitos buscam apenas uma estabilidade salarial. Hoje, este profissional acaba estagnado em uma única empresa ou setor. Um plano de carreira estipula objetivo. É como um desafio a si mesmo onde só se tem a ganhar", destaca Káritas.
Um plano de carreira pode ser feito em curto, médio e longo prazo. Káritas recomenda iniciar o planejamento a longo prazo. "Começamos imaginando onde queremos estar daqui há dez anos. A partir daí, traça-se o perfil, o caminho, o plano de ação. Desta forma, é possível focar inclusive a busca pelo conhecimento capacitando com precisão", explica. 

OBRIGATORIEDADE DA INSCRIÇÃO NO CNPJ

Quem está obrigado a se inscrever no CNPJ
1 – As entidades domiciliadas no Brasil, inclusive as pessoas jurídicas por equiparação, estão obrigadas a inscrever no CNPJ todos os seus estabelecimentos localizados no Brasil ou no exterior, antes do início de suas atividades.
2 - São também obrigados a se inscrever no CNPJ:
I - órgãos públicos de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, desde que se constituam em unidades gestoras de orçamento;
II - condomínios edilícios, conceituados pelo art. 1.332 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil;
III - grupos e consórcios de sociedades, constituídos, respectivamente, na forma dos arts. 265 e 278 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976;
IV - consórcios de empregadores, constituídos na forma do art. 25-A da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991;
V - clubes e fundos de investimento, constituídos segundo as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM);
VI - representações diplomáticas estrangeiras no Brasil;
VII - representações diplomáticas do Estado brasileiro no exterior;
VIII - representações permanentes de organizações internacionais ou de instituições extraterritoriais, no Brasil;
IX - serviços notariais e de registro (cartórios), de que trata a Lei nº 8.935, de 18 de novembro de 1994, inclusive aqueles que ainda não foram objeto de delegação do Poder Público;
X - fundos públicos a que se refere o art. 71 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964;
XI - fundos privados;
XII - candidatos a cargos políticos eletivos e comitês financeiros dos partidos políticos, nos termos de legislação específica;
XIII - incorporação imobiliária objeto de opção pelo Regime Especial de Tributação (RET), de que trata o art. 1º da Lei nº 10.931, de 2 de agosto de 2004;
XIV - comissões polinacionais, criadas por ato internacional celebrado entre o Brasil e outro(s) país(es);
XV - entidades domiciliadas no exterior que, no País:
a) sejam titulares de direitos sobre:
1. imóveis;
2. veículos;
3. embarcações;
4. aeronaves;
5. contas-correntes bancárias;
6. aplicações no mercado financeiro;
7. aplicações no mercado de capitais;
8. participações societárias;
9. bens intangíveis com prazo de pagamento superior a 360 (trezentos e sessenta) dias; e
10. financiamentos;
b) realizem:
1. financiamento à importação;
2. arrendamento mercantil externo (leasing);
3. arrendamento simples, aluguel de equipamentos e afretamento de embarcações;
4. importação de bens sem cobertura cambial, destinados à integralização de capital de empresas brasileiras;
5. empréstimos em moeda concedidos a residentes no País;
6. investimentos;
7. outras operações estabelecidas pela Coordenação-Geral de Gestão de Cadastros (Cocad) da RFB;
XVI - instituições bancárias do exterior que realizem operações de compra e venda de moeda estrangeira com bancos no País, recebendo e entregando reais em espécie na liquidação de operações cambiais; e
XVII - outras entidades, no interesse da RFB ou dos convenentes.
Observações:
1. Os estabelecimentos regionais e locais dos Serviços Sociais Autônomos poderão:
a) na hipótese de órgão regional, ser inscritos na condição de primeiro Estabelecimento (matriz), por solicitação do respectivo órgão nacional; e
b) no caso de órgão local, requerer sua vinculação como filial do órgão regional.
2. Serão inscritos na condição de primeiro estabelecimento (matriz):
a) a direção nacional, as comissões provisórias, os diretórios regionais, municipais e zonais e demais órgãos de direção dos partidos políticos; e
b) as entidades de âmbito federal, regional e local regulamentadoras de exercício profissional.
3. Não será fornecida inscrição a coligações de partidos políticos.

Fonte: Receita Federal

ONDE ESTÃO OS GÊNIOS BRASILEIROS?



Com constantes mudanças tecnológicas e culturais ocorridas em nosso país é de se pensar, quem são os grandes gênios brasileiros da atualidade? Será aquele grande amigo seu? Denominado por muitos de “Nerd”, capaz de entregar uma prova totalmente respondida em questão de minutos? Outra pergunta, Onde esse seu amigo “crânio” se encontra hoje?
Deixe-me responder: Aprovado em um concurso, vida estabilizada e status reconhecidamente alto dentro da organização.
Isso é bom? Ótimo, pois a rapaz foi capaz de deixar vários concorrentes para trás, sendo o melhor entre os melhores. Dura realidade, mas a vida está que está ai, digo eu que tal fenômeno deveria se chamar “Seleção Natural da Atualidade” onde somente os melhores sobreviveram para galgar um lugar no sol. Neste momento penso, e estas pessoas que estão tentando seu lugar? Onde estão? O que estão fazendo?
Infelizmente essas pessoas estão se preparando para um concurso, se dedicam, se sacrificando e dando o melhor de si para obter diversos conhecimentos possíveis. Entretanto tais conhecimentos lhe irão propiciar para o concurso, para a seleção, infelizmente sem geração de habilidade, competências e atitudes para as instituições privadas, sendo até triste perceber que pessoas sabem tanto, no entanto não sabem nada. 
Quais conhecimentos lhe irão propiciar destaque em um sistema burocrático, em que se obedece sem a possibilidade de utilização de seus conhecimentos, ou seja, um sistema de controle total de suas ações. Enfim é viável está em um emprego estabilizado, salário estável e segurança financeira? Sim, é muito viável, a questão maior e que as instituições privadas necessitam de profissionais capacitados, inteligentes e talentosos. Tal inteligência, capaz de abstrair conhecimentos e habilidades para consecução dos objetivos organizacionais.

"Os gênios americanos criam empresas fantásticas que mudam os rumos da humanidade. Os gênios brasileiros passam em concursos públicos."

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CONSTRUA SEU ESPAÇO NO MERCADO DE TRABALHO

      Aconteceu no dia 14 de setembro de 2011 no SESC de São Mateus a palestra com Richard Moreira, consultor de Empresas como Chocolates Garoto, Nestlé,  Caixa Econômica Federal, Coca-cola Company, Sabb-Del Vale/Mais, American Express, Air France, Tam Linhas Aéreas, Varig S.A, Grupo Águia Branca, Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros Militar-ES, Senac, Findes, Rotary International, Maxweld Corp. Tv-Educativa-ES, Sinpro-ES, dentre outras. Palestra esta com o tema: CONSTRUA SEU ESPAÇO NO MERCADO DE TRABALHO, em comemoração ao dia do Administrador.

      Organizado pelo Conselho Federal de Administrão (CFA) e com o Conselho Regional de Administração (CRA), marcado com uma expressiva presença de intistuições de Ensino  da região norte, em destaque a UNIVC.

            
Graduando em Administração de Empresas
E-mails:  pires.aldair@hotmail.com / aldair26@gmail.com
              aldair@r7.com / Aldair_pires_2008@hotmail.com

domingo, 11 de setembro de 2011

SEMANA DO ADMINISTRADOR - UNIVC


    Aconteceu nos dias 08 e 09 de Setembro de 2011 a Semana do Administrador na Faculdade de São Mateus, tal evento contribuiu no aprendizado, na construção de competências, habilidades e atitudes de todos os participantes e principalmente para todos os organizadores. 
    O evento foi aberto para todos os acadêmicos e para comunidade, contando com a presença de mais de 350 pessoas no dia da abertura. Profissionais renomados como o professor José Rodrigues Perreira ministrando a palestra sobre Gerenciamento de Conflitos no Ambiente de Trabalho e Santana Coach RH, membro da sociedade Brasileira de Coaching ministrando uma palestra muito extrovertida sobre Competências, Habilidade e Atitudes Gerando Sucessos. E aos participantes, certificado de 04 horas de carga horária.
    Os mini-cursos também foram de grande expectativa, contando com a presenta dos cursistas, onde lotaram as salas em busca de mais conhecimento para o mercado de trabalho. Todos os participantes receberam certificados de carga horária de 04 horas, para os acadêmicos podendo contar como atividade complementar para colação de grau. Os mini cursos foram:

  • GESTÃO FINANCEIRA PESSOAL                 PROF. EDUARDO SANTANA
  • A ARTE DE LIDERAR                                   PROF. GEORGE PIROLA
  • ATENDIMENTO AO CLIENTE                        PROF. RENATO CHAVES
  • NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e.              PROF. JOSÉ MARIA FERREIRA
  • REDES COLABORATIVAS - SHARE POINT   PROF. FLÁVIO DE PAULA
  • TECNOLOGIA NO MEIO EDUCACIONAL        PROF. DEVILSON JUNIOR



    Por fim, resta aqui destacar a determinação, perseverança, atitude, responsabilidade, força de vontade e  o compromisso para organização de um evento que ficou marcado como exemplo na vida de cada acadêmico do curso de Administração de Empresas do 4° período.  Venho destacar o apoio dos cursos Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Turismo e Comunicação Social e meu muito obrigado a todos os participantes.

Equipe Organizadora do evento: 


Um forte abraço.

            
Graduando em Administração de Empresas
E-mails:  pires.aldair@hotmail.com / aldair26@gmail.com
              aldair@r7.com / Aldair_pires_2008@hotmail.com
Skype: pires.aldair                                Cel: (27) 9762-9057

sábado, 13 de agosto de 2011

A falta de escrituração do Livro de Registro de Inventário implica a desclassificação da escrita.



    A lei fiscal determina que, além dos livros de contabilidade previstos em leis e regulamentos, as pessoas jurídicas devem possuir um livro de registro de inventário das matérias-primas, das mercadorias, dos produtos em fabricação, dos bens em almoxarifado e dos produtos acabados existentes na época do balanço. Nessas condições estará a autoridade tributária autorizada a arbitrar o lucro da pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real, quando esta não mantiver escrituração na forma das leis comerciais e fiscais (RIR/1999, art. 530).

O MOMENTO PARA REALIZAÇÃO DO REGISTRO DE INVENTÁRIO




    As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real deverão escriturar o Livro Registro de Inventário ao final de cada período: trimestralmente ou anualmente quando houver opção pelos recolhimentos mensais durante o curso do ano-calendário, com base na estimativa (RIR/1999, art. 261).
    No caso de utilização de balanço com vistas à suspensão ou redução do imposto devido mensalmente, com base em estimativa, a pessoa jurídica que possuir registro permanente de estoques integrado e coordenado com a contabilidade somente estará obrigada a ajustar os saldos contábeis, pelo confronto da contagem física, ao final do ano-calendário ou no encerramento do período de apuração, nos casos de incorporação, fusão, cisão ou extinção de atividade (IN SRF nº 93, de 1997, art. 12, § 4º).